Mineração

O Grupo de Pesquisa GeografAR/UFBA iniciou os registros a respeito dos conflitos da mineração na Bahia por ocasião da participação no II Encontro dos Atingidos e Atingidas pela Mineração, organizado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), nos dias 24 e 25 de setembro de 2013, Salvador/Bahia. Naquele momento, foram identificados 27 municípios que estavam vivenciando conflitos com algum tipo de empreendimento vinculado a mineração. Após este evento, por meio de outras fontes e vários outros acontecimentos que envolveram atividades de pesquisa, ensino e extensão, as informações foram sendo atualizadas e acrescentados novos territórios extrativo-mineral em seus respectivos municípios, bem como a ampliação de questões conflituosas nos territórios dos Povos e Comunidades Tradicionais no campo baiano e, também, de áreas urbanas.

A retroalimentação de dados e informações do campo baiano – aqui destaca-se referente aos conflitos com a mineração –, é uma atividade desenvolvida constantemente no âmbito do GeografAR com objetivos de manter atualizado o seu banco de dados, demonstrar a realidade do espaço agrário atual e servir como um material de crítica e reflexão para a sociedade em termos de produção acadêmica na área das humanidades, com o foco na Geografia, que grafa os tempos/espaços de acirramento, divisão e uso predatório do território rural e, também, urbano. Ler mais

 

BANCO DE DADOS MINERAÇÃO NA BAHIA, 2021 - GeografAR/UFBA  (Texto PDF)

 

Tabelas

Tabela 1 - Municípios com Conflitos de Mineração Identificados na Bahia/Brasil (2021) 
Tabela 2Municípios com Conflitos de Mineração Identificados na Bahia/Brasil (2024)

Mapas

Mapa 1 – Mineração na Bahia: requerimentos, concessões de lavra e conflitos territoriais identificados (2021)

Mapa 2 – Autorização de pesquisa mineral no estado da Bahia (2021)

Mapa 3  Mineração na Bahia: Requerimentos, Concessões de Lavra e Conflitos Territoriais Identificados (2024)

Mapa 4  Autorização e Requerimento de Pesquisa Mineral na Bahia  (2024)

 

Notas Técnicas

Nota 01: Importância dos territórios de Fundo e Fecho de Pasto: existência incontestável na Bahia (Ver aqui) 

Nota 02: Importância dos territórios de Fundo e Fecho de Pasto: Uso comum da terra e a conservação da Caatinga (Ver aqui)

 

Publicações

Principais publicações produzidas no âmbito do GeografAR/UFBA, no que tange a temática da mineração: 

ANTONINO, L. Z.; SOUSA, V. S. R.; GERMANI, G. I. Mineração na Amazônia: as abordagens da ciência geográfica sobre a questão mineral. Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade, [S. l.], v. 5, n. 02, p. 193–214, 2023. DOI: 10.46551/rvg26752395202322193214. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/6420 
SOUSA, R. V.; SANTOS JUNIOR , J.; MATOS, D.; SANTOS, J. A Questão da Mineração nos Planos de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas da Bahia. Cadernos de Geociências, [S. l.], v. 18, n. especial, 2023. DOI: 10.9771/geocad.v18i0.55966. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/cadgeoc/article/view/55966 
ANTONINO, L. Z.; SANTOS ROCHA, V. .; GERMANI, G. I.; MONTALVÃO, P. . Pesquisa e Extensão como estratégias de articulação popular durante a Pandemia: formação coletiva sobre a questão da mineração. Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade, [S. l.], v. 4, n. 02, p. 66–95, 2022. DOI: 10.46551/rvg26752395202226695. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5098
ANTONINO, L. Z.; SOUSA, Valdirene S. R; GERMANI, Guiomar I. Territórios extrativo-mineral no Pará: análise das abordagens na ciência geográfica. II Simpósio Nacional Geografia, Ambiente e Território. Anais. Belém Pará, 2022. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1gcoS3yDlaxFbEaNw2Geu5iPlqZ1x1GPR/view    
ANTONINO, L. Z.; SOUSA, V. S. R.; GERMANI, G. I. Mapeamento dos conflitos da mineração na Bahia no contexto do neoextrativismo. AMBIENTES: Revista de Geografia e Ecologia Política, [S. l.], v. 4, n. 1, p. 201–234, 2022. Link: https://e-revista.unioeste.br/index.php/ambientes/article/view/28230/20684 
 
ANTONINO, L. Z.; SANTOS ROCHA, V. .; GERMANI, G. I.; MONTALVÃO, P. . Pesquisa e Extensão como estratégias de articulação popular durante a Pandemia: formação coletiva sobre a questão da mineração. Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade, [S. l.], v. 4, n. 02, p. 66–95, 2022. DOI: 10.46551/rvg26752395202226695. Link: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5098 
 
SOUSA, Valdirene Santos Rocha; GERMANI, Guiomar Inez; ANTONINO, Lucas Zenha. A Pesquisa sobre a Questão da Mineração: Análise da Produção Científica da Geografia na Região Nordeste e na Bahia. XX Encontro Nacional de Geógrafos (ENG) – “Brasil-Periferia: a Geografia para resistir e a AGB para construir”. Anais. AGB: On line, 2022. Link: https://www.eng2022.agb.org.br/site/anais?AREA=8 
 
ANTONINO, L. Z.; SOUSA, V. R. S. A Articulação de Enfrentamento ao Modelo Mineral na Bahia: espaço de resistência e construção coletiva. XX Encontro Nacional de Geógrafos (ENG) – “Brasil-Periferia: a Geografia para resistir e a AGB para construir”. Anais. AGB: On line, 2022. Link: XX Encontro Nacional de Geógrafas e Geógrafos - ENG 2022 - Espaços de Socialização de Coletivos (ESC) (agb.org.br)
ANTONINO, Lucas. Z.; MARQUES, J. (Org.); MONTALVAO, P. (Org.). Amputação das montanhas do sertão: ecocídio e mineração na Bahia. 1. ed. Paulo Afonso: Editora Sabeh, 2021. v. 2. 473p. (Livro Digital – ISBN 978-65-5732-036-5) Link: http://www.sabeh.org.br/?mbdb_book=amputacoes-das-serras-do-sertao-ecocideo-e-mineracao-na-bahia-volume-2
ANTONINO, Lucas Zenha. Um breve histórico jurídico e as injustiças promovidas nos territórios extrativo-mineral no Brasil. REVISTA NERA (UNESP), v. 24, p. 192-212, 2021. Revista classificada no QUALIS/CAPES 2013-2016 como A2 em Geografia. Link: https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/8743
SOUSA, Valdirene Santos Rocha; GERMANI, Guiomar Inez; ANTONINO, Lucas Zenha. Uma Geografia da pesquisa sobre a mineração no Brasil no campo da análise geográfica (1987-2020). AMBIENTES: Revista de Geografia e Ecologia Política, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 77–106, 2021. DOI: 10.48075/amb.v3i2.28606. Link: https://e-revista.unioeste.br/index.php/ambientes/article/view/28606  
ANTONINO, Lucas. Zenha.; DA SILVA, Everton. Melo. Os territórios da mineração não entram em quarentena!. In: Artur Bispo dos Santos Neto; Elaine Nunes Silva Fernandes. (Org.). CORONAVÍRUS E CRISE DO CAPITAL: impactos aos trabalhadores e à natureza. 1ed.Goiânia-GO: PHILLOS ACADEMY, 2020, v. p. 299-326. (Livro Digital – ISBN-978-65-88994-02-3)  Link: https://www.cal.iel.unicamp.br/wp-content/uploads/2021/05/coronavirus-e-a-crise-do-capital.pdf
ANTONINO, Lucas Zenha. Territórios Extrativo-Mineral na Bahia: Violações de Direitos e Conflitos nos Territórios Terra-Abrigo. Tese (Doutorado em Geografia). Instituto de Geociências. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2019. Link: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/31703
ANTONINO, L. Z.; GERMANI, G.; OLIVEIRA, G. C. D. Questão agrária na Bahia e a mineração nos jornais. In: IX Simpósio Internacional de Geografia Agrária e X Simpósio Nacional de Geografia Agrária - SINGA, 2019, Recife. Agroenergia e mineração no meio rural, 2019. Ed: UFPE, p.6178. Link: https://singa19.wordpress.com/2020/10/08/anais-ix-simposio-internacional-de-geografia-agraria-e-x-simposio-nacional-de-geografia-agraria-2019/
ANTONINO, Lucas Z. Conflitos nos territórios extrativo-mineral na Bahia: os diamantes kimberlitos de Nordestina. Revista Sapiência: Sociedade, Saberes e Práticas Educacionais, Universidade Estadual de Goiás - Unidade Iporá, v.8, n.2, p.138-157, 2019. Dossiê: Extrativismo mineral, conflitos e resistências no Sul Global.  Link: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/9815
ANTONINO, L. Z.; GERMANI, G. 10 QUESTÕES PARA UMA ANÁLISE CRÍTICA DA MINERAÇÃO NA BAHIA. 2018; Tema: Mineração na Bahia. (Site). Link: https://geografar.ufba.br/artigo-10-questoes-para-uma-analise-critica-da-mineracao-na-bahia
 

Extensão

Organização, realização e/ou participação ativa em atividades de extensão 
Projeto de Extensão: Ciclos de Formação: Realidades e Impactos do Modelo Mineral na Bahia. I Ciclo: O que é? Como funciona a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM e para que serve?. II Ciclo: Questão Hídrica e Mineração na Bahia. III Ciclo:  Sistema de Informação Geográfica da Mineração (SIGMINE): uso da ferramenta na luta e resistência social. Carga horária: 20h. Período: setembro de 2021 a março de 2022.  Modalidade: Online, via plataforma: Google Meet. Público-alvo: Movimentos Sociais, comunidades, acadêmicos e demais interessados.  Descrição: GeografAR junto à Articulação de Enfrentamento ao Modelo Mineral na Bahia em parceria com diversas instituições como ASA; AATR; ADPAS; CACTUS; CARITAS; CPT; Coopercuc; CIMI; IRPAA; MAB; MAM; CETA; MST; UNEB-Campus III, e outras.
A “Boiada Mineral” e os Conflitos Territoriais na Bahia: leitura a partir da Articulação entre Universidade e Movimentos Sociais, 2021. /Congresso UFBA 75anos / Mesa Discussão,; Palestrantes: Guiomar Germani, Lucas Zenha Antonino, Fernanda Oliveira Rodrigues, Pablo Henrique Da Silva Montalvão, Sonha Maria De Oliveira Silva, Valdirene Santos Rocha Sousa Link: https://www.youtube.com/watch?v=mh1E9HMhc5o.
II Encontro dos Atingidos e Atingidas pela Mineração. 2013. Comissão Pastoral da Terra (CPT). nos dias 24 e 25 de setembro de 2013, Salvador/Bahia. Participação do GeografAR e parceria com outras instituições.
 
Produções Técnicas 
Documentário: O Pé de Mulungu e a Mina de diamantes. 2019. Produção do MAM Nacional com participação do GeografAR. 22 minutos: Link: O PÉ DE MULUNGU E A MINA DE DIAMANTES - YouTube
Elaboração de Cartilhas:
  • I: Compensação Financeira pela Exploração dos Recursos Minerais – CFEM;
  • II: Sistema de Informação Geográfica da Mineração (SIGMINE): uso da ferramenta na luta e resistência social. 2021/2022. Participação do GeografAR junto à Articulação de Enfrentamento ao Modelo Mineral na Bahia e outras instituições parceiras para elaboração de material educativo (cartilha), utilizado durante processo de formação voltado para atendimento das demandas dos Movimentos Sociais.